terça-feira, 25 de janeiro de 2011

ETAPA III – experiência nas ruas - FOTOS

Segue mais algumas fotos da experiência nas ruas do grupo de atores-pesquisadores do Projeto Paralelas do Tempo. Neste dia fomos à Ponte de Ferro, Cais de Santa Rita e Mercado de São José.






Para conhecer mais sobre a Cia Fiandeiros:

ETAPA III – experiência nas ruas

Neste mês de janeiro de 2011, como ações da III Etapa do Projeto Paralelas do Tempo, os atores-pesquisadores realizaram diversas saídas e experienciaram o “viver na rua”.  Os locais dessa experiência foram: Praça do Diário, arredores do Parque 13 de Maio, Cais de Santa Rita, arredores do Mercado de São José, Av. Conde da Boa Vista (imediações do antigo Colégio Marista), Ponte Duarte Coelho, Rua Nova, Pátio do Carmo.
Fizemos um registro breve desses momentos em fotos e vídeos. A qualidade de algumas fotos está baixa ou pela pouca luminosidade dos locais ou pela distância que nos encontrávamos dos grupos fotografados. As fotos foram feitas por Kyara Muniz e Suzana Vital. Para alguns dias tivemos a colaboração do design Davi Paes, amigo e apreciador da Fiandeiros.

Essas fotos foram feitas na Praça do Diário.








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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

ETAPA II - exposição fotográfica e debate

Nesta sexta-feira, 17 de dezembro de 2010, as 19h, será aberta a exposição fotográfica A TEATRALIDADE DO NÃO SER, ação que faz parte da pesquisa Paralelas do Tempo, da Companhia Fiandeiros.
Na ocasião haverá um debate com a presença da psicológa Cintia Albuquerque que desenvolve pesquisa com moradores de rua a partir de seu trabalho junto ao IASC.
A entrada é gratuita!



A psicológa Cintia Albuquerque, convidada para participar de nosso debate neste dia, nos proporcionou uma rica conversa a respeito de sua experiência com o trabalho que desenvolveu no IASC junto ao público de moradores de rua. Durante sua fala, que se transformou num interessante bate-papo e troca de experiências entre os participantes, expôs o caminho percorrido para realizar sua pesquisa que resultou no livro "Loucos nas ruas: um estudo sobre o atendimento à população de rua adulta em sofrimento psíquico na cidade do Recife". Segue algumas imagens deste dia.





quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

ETAPA I – histórias de vida

Ainda nesta primeira etapa, os atores-pesquisadores realizaram entrevistas com pessoas que moram nas ruas.
Nessas conversas escutaram muitas histórias, relatos, desabafos.
Histórias de seres humanos.


Em breve algumas dessas histórias serão compartilhadas aqui. Aguardem!

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ETAPA I – filmes - ILHA DAS FLORES

ILHA DAS FLORES, de Jorge Furtado, 1989
Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta-metragem escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho. (http://video.google.com/videoplay)
Este documentário trouxe à tona questionamentos sobre os valores humanos, Qual o valor do lixo para quem vive do lixo? NA metáfora de “ser tratado como animal”, qual o lugar das relações humanas e como lidamos com os animais? Que valores atribuímos aos que são “tratados como animais?”


ETAPA I – filmes - A LIGA

A LIGA, Programa A Liga da Rede Bandeirantes, 2010
Documentário de TV, com Rafinha Bastos, Thaide, Débora Villalba e Rosanne Mulholland, programa abordou alguns casos de moradores das ruas de SP e RIO.
De que forma somos vistos? De que forma vemos? E como conviver com essa realidade, a deles e a nossa? Com receios, medos e desconfianças... Buscando o que há de humano nessa realidade podemos compreender a nossa visão sobre ela. Admitimos a vergonha que temos dessa realidade? Há identificação com esse universo? Até que ponto?


ETAPA I – filmes - A MARGEM DA IMAGEM

A MARGEM DA IMAGEM, de Evaldo Mocarzel, 2003
O filme em curta-metragem mostra a sobrevivência, o estilo de vida, a cultura  e o cotidiano dos moradores de rua do município de São Paulo, principalmente na região central. Nesta área, os moradores de rua têm acesso a produtos e materiais descartados pelos escritórios, bancos e estabelecimentos comerciais. Com esses restos, a população de rua vem criando uma “arquitetura” e uma cultura própria que, ao mesmo tempo, expressam sua identidade e uma forma de resistência a partir de métodos alternativos e espontâneos de viver numa grande cidade. O filme revela temas como exclusão social, desemprego, alcoolismo, loucura, religiosidade, espaços públicos contemporâneos, degradação urbana, identidade, alteridade, cidadania e, como sugere o próprio título, o roubo da imagem dessas comunidades, promovendo assim uma discussão ética dos processos de estetização da miséria. (http://www.spfilmes.com.br/curtas.aspx?Node=18)
Qual a nossa visão sobre os moradores das ruas? O que pensam os que não moram nas ruas sobre os que moram nas ruas? A imagem (física) X a imagem (idéia) dos moradores de rua, como as vemos? Parecem loucos? Estão fora do nosso padrão? Ficamos em nosso mundo e não enxergamos além? Essas e outras questões foram levantadas durante o debate pós-filme que foi muito rico pelas contribuições dos nossos convidados.